Goianésia - O exame de DNA realizado pela Polícia Técnico‑Científica confirmou nesta manhã que os restos mortais encontrados em 28 de janeiro em uma área de mata às margens da rodovia GO‑213, em Caldas Novas, pertencem à corretora Daiane Alves, de 43 anos. A identificação encerra a fase inicial de verificação da identidade da vítima, que estava em avançado estado de decomposição.
A ossada foi descoberta depois que o síndico do prédio onde Daiane morava, Cléber Rosa de Oliveira, confessou o assassinato e indicou às autoridades o local onde o corpo havia sido ocultado. O exame odontológico e o teste de DNA foram essenciais para a confirmação, já que os dentes foram o único material biológico viável para análise.
De acordo com informações policiais, os restos mortais apresentavam um projétil alojado na cabeça, o que reforça as suspeitas de homicídio envolvendo disparo de arma de fogo. As circunstâncias exatas da morte ainda estão sendo investigadas pela Polícia Civil.
O caso voltou a mobilizar as autoridades após o desaparecimento de Daiane em 17 de dezembro de 2025. O síndico e o filho dele foram detidos sob suspeita de participação no crime, e a investigação busca esclarecer a motivação e a dinâmica do assassinato.
A confirmação da identidade permitirá a liberação dos restos mortais ao Instituto Médico Legal (IML) para que a família possa dar continuidade aos procedimentos fúnebres.
O caso segue sob investigação, e novas informações podem ser divulgadas à medida que a perícia técnica e as autoridades policiais avançam na coleta de evidências e depoimentos.




